Publicidade
Quarta-feira, 14 de Outubro de 2026 MotoGP em directo
Motociclismo
Equipamento

PGM V8, motor artesanal de 1.996 cc com peças Yamaha R1

Publicado a 14 de Outubro de 2026, às 00h07  ·  3 min de leitura

A PGM V8 junta peças de 2 motores Yamaha YZF-R1 da geração de 2004 num motor artesanal de 1.996 cc.
O projeto não chegou à produção em grande série e não há informação confirmada sobre preço ou disponibilidade em Portugal.

O essencial

  • A PGM V8 usa componentes de 2 motores Yamaha YZF-R1 de 2004 num motor V8 de 1.996 cc.
  • O fabricante anuncia cerca de 339 cv, 214 Nm de binário e 242 kg com combustível e líquidos.
  • O projeto não chegou à produção em grande série e era feito por encomenda.

A PGM V8 não nasceu da simples união de 2 motores completos.
Ao que apurámos, a construção aproveitou componentes de 2 motores Yamaha YZF-R1 da geração de 2004 para formar um único V8. Cabeças, cilindros, pistões e bielas dessas unidades foram usados no conjunto, que tem 1.996 cc.

Peças de duas R1

O resultado é uma moto artesanal, não um modelo da Yamaha. A marca japonesa é a origem dos componentes, mas a PGM V8 é um projeto distinto. O Motociclismo destaca a combinação de peças de série numa configuração invulgar, sem apresentar a moto como um lançamento da fabricante japonesa.

A cilindrada de 1.996 cc aproxima o motor dos 2.000 cc.
Esse valor descreve a capacidade do V8 construído com elementos de 2 motores de uma desportiva de série; não significa que 2 unidades completas tenham sido montadas lado a lado. É uma diferença importante para perceber o trabalho relatado.

A construção era artesanal e por encomenda, sem produção em grande série. Isso descreve a forma como a construção era feita, mas não confirma que ainda seja possível encomendar uma PGM V8. Também não foi confirmada nesta consulta a disponibilidade atual em Portugal.

O que dizem os números

Na consulta feita pelo Motociclismo à ficha oficial da PGM V8, o fabricante anuncia o equivalente a cerca de 339 cv, 214 Nm de binário e 242 kg com combustível e líquidos.
São dados do fabricante, não medições independentes confirmadas nesta edição. A potência e o binário dão a dimensão do motor, enquanto o peso permite perceber que se trata de uma construção com massa considerável para uma moto.

O Motociclismo assinala estes dados como parte da curiosidade técnica do projeto, sem os apresentar como medições próprias.
Os números, por si só, não permitem concluir como a moto se comporta quando é conduzida.

A página oficial não publica um preço atual, nem um valor aplicável ao mercado português. A referência a encomendas não equivale a uma tabela de preços ou a uma garantia de disponibilidade. Para já, o que se pode afirmar é que a PGM V8 foi construída artesanalmente com componentes de 2 Yamaha YZF-R1 de 2004 e não passou à produção em grande série.

A ideia que fica é menos a de uma Yamaha especial e mais a de uma transformação mecânica.
4 grupos de componentes provenientes de 2 unidades deram origem a um motor V8 de 1.996 cc.
O alcance do projeto está documentado; o seu estado comercial atual, não.

Leia também

Perguntas e respostas

A PGM V8 usa peças de 2 Yamaha R1 num motor com cerca de 339 cv anunciados?

Sim.
A PGM V8 foi construída com componentes de 2 motores Yamaha YZF-R1 de 2004.
O fabricante anuncia o equivalente a cerca de 339 cv e 214 Nm de binário.

A PGM V8 é uma moto da Yamaha?

Não.
É um projeto artesanal que aproveita componentes de 2 motores Yamaha YZF-R1 de 2004.

A PGM V8 está à venda em Portugal?

Não há informação confirmada sobre preço ou disponibilidade em Portugal.
A construção era artesanal e por encomenda, sem produção em grande série.

Ficha técnica

Motor
V8 artesanal com componentes de 2 Yamaha YZF-R1 de 2004
Cilindrada
1.996 cc
Potencia
Cerca de 339 cv
Binario
214 Nm
Peso
242 kg com combustível e líquidos
Producao
Artesanal, por encomenda, sem série grande

Redação

Motociclismo  ·  462 artigos

O que é esta assinatura. Os artigos assinados pela Redação são escritos pelos colaboradores do Motociclismo, com a redação permanente, e são revistos e confirmados por Vítor Sousa, diretor-executivo, antes de serem publicados.

Leia também

O essencial das
duas rodas, cada manhã.

Uma carta por dia, com o que saiu e o que interessa.