Honda Fireblade 2027 já à venda em Portugal desde 23 475 €
A Honda Fireblade de 2027 foi desenvolvida primeiro para as corridas e debita 218 cv, com 199 kg em ordem de marcha.
A CBR1000RR-R já está à venda em Portugal desde 23 475 euros.
O essencial
- O motor tetracilíndrico debita cerca de 218 cv às 14.000 rpm e 114 Nm.
- O peso em ordem de marcha desce 1,3 kg, para 199 kg.
- A CBR1000RR-R Fireblade de 2027 já está à venda em Portugal desde 23 475 euros.
A pista esteve no centro do desenvolvimento da Honda CBR1000RR-R Fireblade de 2027.
Segundo a Honda, a equipa definiu primeiro os requisitos com a formação do Mundial de Superbike da Honda Racing Corporation (HRC), antes de desenvolver a moto de produção.
A prioridade, segundo a Motociclismo apurou, foi melhorar a entrada em curva, a velocidade a meio da curva e a aceleração à saída, reduzindo o peso.
A utilização em estrada continua entre os objetivos, enquanto as versões SP e HRC WE acrescentam componentes e afinações orientados para a competição.
Lançada em 1992, a Fireblade deu origem às CBR1000RR-R e SP por volta de 2020, com tecnologia da RC213V-S e conceitos aerodinâmicos da RC213V de MotoGP.
Depois das atualizações de 2022 e 2024, a Honda reviu o motor, o quadro e as carenagens.
Honda Fireblade com 218 cv

O motor tetracilíndrico em linha debita cerca de 218 cv (160 kW) às 14.000 rpm e 114 Nm, segundo a marca.
Os novos funis de admissão variáveis de 2 fases reforçam os médios regimes sem sacrificar as altas rotações.
O acelerador eletrónico de 2 motores gere a aceleração e o travão-motor.
A Honda reviu a distribuição e o comando das válvulas, permitindo ajustar os carretos da distribuição.
A maquinagem dos pistões e das câmaras de combustão aumenta a taxa de compressão, enquanto as tampas em magnésio, os parafusos em alumínio e os cárteres mais leves reduzem a massa.
A 1.ª velocidade é 5% mais longa, o espaçamento entre veios permite mais opções de relações e o escape Akrapovič mantém-se de série.
Menos rigidez, mais carga dianteira
O novo quadro de alumínio fundido tem paredes de apenas 2 mm e menos 20% de rigidez lateral.
Segundo a Honda, a alteração melhora o comportamento em curva e a sensação de aderência.
A carga dianteira sobe de 52,8% para 53,3%, a cambota fica 5,2 mm mais alta e o peso em ordem de marcha desce 1,3 kg, para 199 kg.
A distância entre eixos é de 1.455 mm, com a coluna de direção a 24° e o avanço a 101 mm.
O subquadro foi redesenhado e o assento passa de 831,5 para 843 mm de altura.
O braço oscilante perde 200 g e 12% de rigidez lateral, mantendo a rigidez torsional; a corrente 520 poupa outros 270 g.
Suspensões e travagem revistas
A forquilha invertida Showa BPF de 43 mm recebe mesas revistas e é mais comprida, o que amplia as possibilidades de ajuste da geometria.
O monoamortecedor Showa BFRC-Lite usa uma estrutura de tubo duplo e passa a ter também a fixação inferior ligada ao motor.
Ambas as suspensões permitem afinação completa.
As pinças radiais Nissin de 4 êmbolos recebem materiais e tratamentos revistos para suportar utilização intensa, enquanto os discos dianteiros de 330 mm são mais leves.
As jantes de alumínio de 7 raios ocos poupam 190 g à frente e 590 g atrás.
Mantêm-se os pneus 120/70-ZR17 e 200/55-ZR17.
A mesma carga sem alhetas
Segundo a Honda, as novas carenagens mantêm a força descendente anterior sem alhetas exteriores, reduzem a resistência ao ar e protegem melhor o condutor.
A secção central em camadas e as entradas laterais inferiores resultam do trabalho com o HRC e de conceitos do MotoGP.
O desenvolvimento combinou simulações, modelos em barro e testes em pista.
O depósito passa a ter titânio exposto, dispensando a cobertura plástica, e a iluminação inclui um farol LED com luzes diurnas e uma luz traseira mais leve.
A eletrónica reúne uma unidade de medição de inércia Bosch de 6 eixos, um amortecedor de direção eletrónico com 3 níveis e sistema antibloqueio de travagem (ABS) em curva.
Dos modos Standard, Track e Race, o último desativa o ABS traseiro e a função em curva.
Há 3 modos de condução e ajustes de potência, travão-motor, controlo de cavalinhos e tração, além de controlo de arranque regulável.
O ecrã TFT de 5 polegadas, o comando de 4 vias e a Smart Key completam o equipamento.
A CBR1000RR-R Fireblade de 2027 surge em Cinzento Pérola Deep Mud e já está à venda em Portugal desde 23 475 euros.
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Perguntas e respostas
A Honda CBR1000RR-R Fireblade 2027 foi feita para competir?
A equipa definiu primeiro os requisitos com a formação do Mundial de Superbike da Honda Racing Corporation, antes de desenvolver a moto de produção.
A utilização em estrada continua entre os objetivos.
Qual é a potência da Honda Fireblade de 2027?
O motor tetracilíndrico em linha debita cerca de 218 cv (160 kW) às 14.000 rpm e 114 Nm, segundo a marca.
Quanto custa a Honda Fireblade de 2027 em Portugal?
A CBR1000RR-R Fireblade de 2027 já está à venda em Portugal desde 23 475 euros.
Ficha técnica
- Motor
- Tetracilíndrico em linha
- Potencia
- 218 cv às 14.000 rpm
- Binario
- 114 Nm
- Quadro
- Alumínio fundido com 2 mm de espessura
- Suspensao
- Forquilha Showa BPF 43 mm e monoamortecedor Showa BFRC-Lite
- Travagem
- Pinças radiais Nissin de 4 êmbolos, discos dianteiros 330 mm
- Rodas
- Jantes alumínio 7 raios ocos, pneus 120/70-ZR17 e 200/55-ZR17
- Peso
- 199 kg em ordem de marcha
- Preco
- A partir de 23 475 euros
Motociclismo · 30 artigos
Gosta de motos e de automóveis, e gosta ainda mais de perceber o negócio que os põe na estrada. Vai atrás da notícia que está por trás da notícia: a estratégia das marcas, os patrocínios, as decisões que raramente chegam aos títulos. Nos tempos livres não dispensa uma boa caminhada, para largar o stress dos estudos.
Colaboradora do Motociclismo. Faz parte da equipa da Rose & Lemon Productions, que produz o Motociclismo, o AutoGear e o M Sports.
