Pedro Acosta quer o técnico de Bagnaia na Ducati 2027: desejo do espanhol complica planos de Bagnaia!
O prodígio da KTM, Pedro Acosta, está a pediu à Ducati que nomeie Cristian Gabarrini como seu chefe de equipa para a temporada de 2027. Este pedido choca com os planos de Francesco Bagnaia, que está a ponderar uma mudança para a Aprilia, devido à incerteza sobre o seu futuro em Borgo Panigale.
Rumores apontam para que Acosta, que se tornará um piloto livre no final da temporada de 2026, está preparado para assumir o lugar de Bagnaia na Ducati já no próximo ano. Dentro da Ducati acreditam que contratar Acosta é crucial para impedir que fabricantes rivais atraiam o jovem talento. Após uma decepcionante quinta posição na classificação de 2025, a posição de Bagnaia tornou-se cada vez mais precária, levando-o a procurar oportunidades noutros lugares.
No meio destas dinâmicas de mudança, rumores indicam que Bagnaia está a fazer os seus próprios planos com a Aprilia, após a notícia de que a equipa de Noale assinou com Marco Bezzecchi para 2027. Relatórios sugerem que Bagnaia garantiu um contrato de quatro anos com a Aprilia, que inclui cláusulas de rescisão após a temporada de 2028, garantindo um futuro relativamente seguro — mesmo que isso signifique deixar a Ducati.
Mas o drama não termina aí. Enquanto Bagnaia pretende levar Gabarrini consigo para a Aprilia — seu chefe de equipa de confiança desde a estreia no MotoGP em 2019 — a Ducati parece determinada a bloquear esta mudança. Fontes revelam que a Ducati está inclinada a conceder a Acosta o desejo de ter Gabarrini como seu chefe de equipa, acreditando que a colaboração do duo é inevitável.
A relação de Acosta com Gabarrini já está a florescer, com os dois a trocarem regularmente insights. O jovem espanhol está ansioso por aproveitar a vasta experiência de Gabarrini, especialmente o seu percurso com lendas como Casey Stoner, que conquistou campeonatos com a Ducati e Honda sob a orientação de Gabarrini. Acosta vê nesta parceria potencial uma oportunidade dourada para melhorar o seu desempenho e compreensão do desporto.
Atualmente, Acosta tem trabalhado de perto com Paul Trevathan, que tem sido fundamental na sua ascensão desde a estreia com a Tech3 em 2024. O apoio de Trevathan tem sido decisivo, mas se Gabarrini aceitar o papel com Acosta, isso poderá marcar o fim da sua era juntos.
À medida que a temporada de 2026 se aproxima, as apostas não poderiam ser maiores. O pedido de Acosta por Gabarrini não é apenas uma ambição pessoal; é uma jogada estratégica que pode redefinir a dinâmica da equipa na Ducati e alterar a trajetória da carreira de Bagnaia. Com ambos os pilotos numa encruzilhada, o mundo da MotoGP estará atento enquanto estas negociações de alto risco se desenrolam. A Ducati irá cumprir o pedido de Acosta e colocar em risco os planos de Bagnaia? Só o tempo dirá, mas a tensão é palpável, e as implicações podem ser monumentais para o futuro da MotoGP.

