Ducati Monster Dark chega em novembro com motor V2 de 111 cv e decoração totalmente preta
O essencial
- Motor V2 de 890 cm³ com 111 cv e 91,1 Nm, disponibilizando mais de 80% do binário entre 4.000 e 10.000 rpm.
- Peso de 175 kg sem combustível, com redução de 4 kg face à geração anterior graças ao quadro monocoque em alumínio.
- Chegada aos concessionários prevista para novembro de 2026 com decoração totalmente preta e estética essencial.
- Eletrónica com IMU de seis eixos, Cornering ABS, Ducati Traction Control e Ducati Wheelie Control.
A Ducati apresentou a nova Monster Dark, uma versão de estética totalmente preta que recupera a interpretação mais essencial da naked de Borgo Panigale. Com 111 cv, um motor V2 de 890 cm³, apenas 175 kg de peso em ordem de marcha sem combustível e um pacote eletrónico abrangente, esta variante mantém a fórmula que tornou a Monster um dos modelos mais emblemáticos da Ducati. A chegada aos concessionários está prevista para novembro de 2026.
A filosofia da Monster Dark resume-se à ideia ‘Tudo o que precisas, nada mais’. A decoração escura inspira-se na primeira geração da Monster e dá protagonismo às linhas características do modelo: o farol enquadrado pelos ombros do depósito, o banco único para condutor e passageiro e a traseira curta. O banco com revestimento único e as jantes totalmente pretas reforçam a identidade da versão, enquanto o quadro dianteiro, as saídas das ponteiras de escape e a conduta de admissão de ar permanecem sem pintura.


Motor V2 com 111 cv e manutenção a cada 45.000 km
Motor V2 de 111 cv e manutenção simples
No centro da Monster Dark está o motor Ducati V2 de 890 cm³, com distribuição variável de válvulas IVT. Desenvolve 111 cv às 9.000 rpm e 91,1 Nm às 7.250 rpm, disponibilizando mais de 80% do binário máximo entre as 4.000 e as 10.000 rpm. A Ducati destaca a combinação entre resposta desportiva, elasticidade e facilidade de utilização em estrada, a que se juntam intervalos de manutenção de referência, com a verificação da folga das válvulas prevista a cada 45.000 km.
A redução de peso continua a ser uma das prioridades do modelo. O quadro monocoque em alumínio e o subquadro traseiro híbrido, que combina tecnopolímero e estrutura em treliça, contribuem para uma redução de 4 kg face à geração anterior. O peso anunciado é de 175 kg sem combustível, favorecendo a agilidade em manobras urbanas e a facilidade de mudança de direção.
A posição de condução foi concebida para conciliar conforto quotidiano e controlo em condução desportiva. O banco está colocado a 815 mm do solo e os lados estreitos da moto facilitam o apoio dos pés no chão. A ergonomia do guiador e dos poisa-pés procura manter uma postura natural nas deslocações diárias sem limitar a liberdade de movimentos quando o ritmo aumenta.



Suspensão Showa, travões Brembo e eletrónica com IMU de seis eixos
Suspensão, travagem e eletrónica avançada
A ciclística inclui uma forquilha invertida Showa de 43 mm e um amortecedor traseiro Showa com regulação da pré-carga. A travagem fica a cargo de pinças Brembo M4.32, associadas a um cilindro mestre radial PR16/21, enquanto os pneus Pirelli Diablo Rosso IV, nas medidas 120/70 à frente e 180/55 atrás, asseguram o contacto com a estrada.
A gestão eletrónica integra uma unidade de medição inercial de seis eixos, que permite coordenar sistemas como o Cornering ABS, o Ducati Traction Control, o Ducati Wheelie Control e o Engine Brake Control. O Ducati Quick Shift 2.0 também faz parte do equipamento indicado para a versão, permitindo mudanças de relação sem recorrer à utilização convencional da embraiagem em cada passagem.
Os quatro Modos de Condução — Sport, Road, Urban e Wet — adaptam a resposta da moto a diferentes cenários. O modo Urban privilegia a facilidade de utilização em cidade, enquanto o Sport oferece uma configuração mais orientada para a condução dinâmica. O modo Wet destina-se a condições de aderência reduzida. A Ducati disponibiliza ainda, como opção, o Ducati Power Launch, um sistema de assistência ao arranque inspirado na experiência desportiva da marca.
A instrumentação recorre a um ecrã TFT a cores de cinco polegadas, com formato 16:9 e resolução de 800 x 400 píxeis. O painel está preparado para o Ducati Multimedia System, navegação curva a curva e Cruise Control, disponíveis como acessórios. A iluminação é integralmente LED e inclui luzes diurnas DRL.


Uma Monster Dark adaptável ao estilo de cada condutor
Personalizável com acessórios e compatível A2
A Ducati permite personalizar a Monster Dark através de acessórios como o Ducati Quick Shift, o Cruise Control, um para-brisas e uma cobertura para o banco do passageiro. A marca reúne estas opções, juntamente com vestuário técnico e desportivo, no configurador oficial da Monster.
A versão Dark mantém também uma opção compatível com a carta de condução A2, alargando o acesso à família Monster a condutores com essa habilitação, de acordo com a configuração disponibilizada pela marca. A proposta combina, assim, uma decoração discreta com a base mecânica e tecnológica da naked italiana.
O lançamento será acompanhado pela campanha IMLegend, um projeto fotográfico que reúne figuras ligadas à história da Ducati e Monsteristi de vários países. A iniciativa celebra mais de três décadas de uma moto que se tornou um símbolo de individualidade, liberdade de expressão e pertença a uma comunidade internacional.
Imagens: Ducati/Copyright GDS
Ficha técnica
- Motor
- V2 Ducati de 890 cm³ com distribuição variável IVT
- Potencia
- 111 cv às 9.000 rpm
- Binario
- 91,1 Nm às 7.250 rpm
- Quadro
- Monocoque em alumínio com subquadro traseiro híbrido
- Suspensao
- Forquilha invertida Showa de 43 mm e amortecedor traseiro Showa
- Travagem
- Pinças Brembo M4.32 com cilindro mestre radial PR16/21
- Rodas
- Pneus Pirelli Diablo Rosso IV 120/70 frente e 180/55 trás
- Peso
- 175 kg sem combustível
- Banco
- 815 mm de altura
- Equipamento
- IMU seis eixos, Cornering ABS, Ducati Traction Control, Quick Shift 2.0, ecrã TFT 5 polegadas
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