Miguel Oliveira deu uma resposta clara no segundo dia de testes do WorldSBK em Phillip Island, dando um passo significativo em frente em comparação com o dia de abertura e terminando dentro do top dez com o sétimo melhor tempo da geral.
O piloto português registou a sua melhor volta em 1:29.676 aos comandos da BMW M 1000 RR, ficando a 1.046 segundos do tempo de referência estabelecido por Nicolò Bulega, que liderou a sessão com 1:28.630 na Aruba.it Racing Ducati.
Progresso claro face ao primeiro dia
Depois de ter terminado fora do top 10 no primeiro dia de trabalho em pista, a subida de Oliveira até ao sétimo lugar reflete progressos concretos tanto em ritmo como em confiança. O seu tempo de 1:29.676 colocou-o à frente de vários nomes estabelecidos no campeonato, incluindo:
Iker Lecuona (8.º – 1:29.769)
Xavi Vierge (9.º – 1:29.812)
Garrett Gerloff (10.º – 1:29.823)
Álvaro Bautista (11.º – 1:29.861)
O seu próprio companheiro de equipa Danilo Petrucci (12.º – 1:29.906)
Importa destacar que Oliveira completou 67 voltas, demonstrando não apenas velocidade, mas também uma quilometragem sólida e consistência ao longo do dia.
Ducati lidera, BMW aproxima-se
Os seis primeiros ficaram bastante próximos entre si, com as Ducati a dominarem as posições cimeiras:
Nicolò Bulega – 1:28.630
Sam Lowes – 1:29.296
Lorenzo Baldassarri – 1:29.328
Yari Montella – 1:29.351
Axel Bassani – 1:29.373
Alex Lowes – 1:29.575
Oliveira posicionou-se imediatamente atrás deste grupo, confirmando que a BMW está a aproximar-se das posições da frente.
Sinais encorajadores antes do fim de semana de corrida
Phillip Island é uma das pistas mais exigentes do calendário, particularmente no que diz respeito à gestão de pneus e à velocidade em curvas rápidas. A melhoria de Oliveira do primeiro para o segundo dia sugere que a sua adaptação à maquinaria do WorldSBK e aos pneus Pirelli está a evoluir na direção certa.
A diferença para a frente mantém-se ligeiramente acima de um segundo, mas a trajetória ascendente é evidente.
Com o fim de semana de corrida a aproximar-se, o piloto português parece cada vez mais confortável na BMW — e, mais importante, competitivo dentro de um pelotão intermédio muito compacto, onde meros centésimos separam posições.
O cronómetro confirma agora aquilo que o trabalho na box vinha a construir: Miguel Oliveira está a encontrar o seu ritmo no WorldSBK.











