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Home Desporto

15 anos depois, o que é feito dos campeões de Moto2

by Redação
Abril 20, 2025
in Desporto
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15 anos depois, o que é feito dos campeões de Moto2

Ai Ogura JPN MT Helmets - MSI Boscoscuro Moto2 GP Thailand 2024 (Circuit Chang) 25-27.10.2024 photo: Lukasz Swiderek? www.photoPSP.com? @photopsp_lukasz_swiderek?

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Este ano, completa-se o 15.º aniversário desde a introdução do Moto2 como categoria intermédia no paddock do MotoGP – sucedendo às 250cc, com motos mais próximas daquelas usadas na classe máxima.

Já foram 15 as temporadas completas do Moto2, que atualmente atravessa a 16.ª da sua existência. Que rumo seguiu a carreira de cada um dos campeões nesta era? É o que vamos mostrar neste artigo.

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2010, Toni Elías

Toni Elías foi o primeiro campeão de Moto2. Na altura tinha 27 anos, já tinha estado cinco épocas no MotoGP e desceu de categoria para dominar, fazendo uso de toda a sua experiência. Depois, ainda regressou ao MotoGP em 2011, mas com pouco sucesso. Voltou ao Moto2 para as duas épocas seguintes (fez três participações como substituto no MotoGP em 2012).

Em 2015, o espanhol fez mais seis rondas no MotoGP. Enquanto isso, entre o fim de 2013 e o ano inteiro de 2015 disputou o Mundial de Superbike. Também esteve nas 8 Horas de Suzuka em 2015 e, entre 2016 e 2020, disputou o MotoAmerica Superbike a tempo inteiro sendo campeão em 2017. A sua última época foi em 2023.

2011, Stefan Bradl

Após ser campeão de Moto2 em 2011, Stefan Bradl deu o passo natural para o MotoGP, onde se manteve a tempo inteiro até 2016 – chegando a ser piloto da Aprilia e a fazer um pódio (2013). Em 2017 disputou o Mundial de Superbike com a Honda, mas em 2018 voltou ao MotoGP com o construtor japonês para ser piloto de testes. Mantém-se nas funções até hoje e, desde então, fez participações em Grandes Prémios como wildcard e substituto.

2012, Marc Márquez

© Jaime Olivares Camps GGPP

Marc Márquez é dos mais mediáticos campeões de Moto2. Foi em 2012 e, no ano seguinte, foi para o MotoGP sendo logo campeão. Está desde então na classe máxima, onde é uma das referências mesmo depois do período conturbado que atravessou entre 2020 e 2023. O espanhol, que obteve seis títulos de MotoGP, esteve com a Honda até ao fim de 2023, antes de se mudar para a Gresini em 2024. Agora está na equipa de fábrica da Ducati… e a liderar o campeonato.

2013, Pol Espargaró

Uma vez mais, o campeão de 2013 teve lugar no MotoGP logo no ano seguinte. Espargaró deu nas vistas na Tech3 quando ainda era equipa satélite da Yamaha. Mas o seu grande projeto de carreira começou em 2017 com a KTM, onde se manteve até 2020 (a sua melhor época de sempre, acabando em quinto). Teve, depois, duas épocas com pouco sucesso na equipa de fábrica da Honda, antes de voltar à Tech3 (agora na era KTM) em 2023. Foi um ano marcado por uma lesão complicada que o levou a encerrar a carreira. Espargaró é piloto de testes do construtor de Mattighofen desde o ano passado.

2014, Tito Rabat

Tito Rabat foi campeão de Moto2 em 2014 e subiu logo ao MotoGP com a mesma equipa – a Marc VDS. No entanto, nunca conseguiu resultados de destaque e saiu após a época de 2020. Ainda voltou como substituto em duas rondas de 2021 e, em 2023, disputou o Mundial de MotoE. Desde 2021 que está no Mundial de Superbike – entrou com a Barni numa Ducati, depois mudou-se para a Kawasaki Pucceti e esta época chegou à Yamaha Motoxracing. Também já participou no Campeonato Britânico de Superbike e foi campeão espanhol de Superbike em 2022.

2015 e 2016, Johann Zarco

Caso único na história do Moto2, Johann Zarco foi campeão, manteve-se na categoria e renovou o título em 2015 e 2016. Depois, em 2017, chegou ao MotoGP com a Tech3 (ainda na era Yamaha). Os desempenhos foram convincentes e em 2019 tornou-se piloto de fábrica da KTM. No entanto, com o construtor austríaco as coisas não correram bem e saiu durante a época. Zarco ainda fez mais três rondas de 2019 com a LCR Honda como substituo, mas depois mudou-se para equipas Ducati – em 2020 a Avintia e, em 2021, a Pramac. Logo nesse ano fez a sua melhor época de sempre ao ser quinto, mas só ganhou uma corrida pela primeira vez em 2023. No fim desse ano, mudou-se para a LCR Honda onde ainda permanece.

2017, Franco Morbidelli

Mais um caso de sucesso, Franco Morbidelli foi campeão de Moto2 em 2017 e deu o passo para o MotoGP em 2018. O início não foi fácil com a Marc VDS, mas em 2020 foi vice-campeão do mundo já na Yamaha SRT. Essa campanha valeu-lhe a subida à equipa principal da Yamaha a meio de 2021, mas apanhou uma fase difícil para o construtor de Iwata. Morbidelli está em motos Ducati desde o ano passado: mudou-se para a Pramac e, agora, para a Pertamina Enduro VR46.

2018, Francesco Bagnaia

©PSP/Lukasz Swiderek

Francesco Bagnaia foi campeão de Moto2 em 2018 e mudou-se logo para o MotoGP com a Pramac. Lá pôde crescer antes de se mudar para a equipa de fábrica da Ducati em 2021. Desde então é presença regular na luta pelos títulos, tendo já dois (2022 e 2023).

2019, Álex Márquez

Num caminho pouco habitual, Álex Márquez foi campeão do mundo de Moto2 em 2019 e chegou ao MotoGP com a equipa de fábrica da Honda em 2020. Tal como o seu irmão Marc em 2013. O ano da pandemia coincidiu com a quebra competitiva do construtor, mas ainda assim conseguiu obter dois pódios. Em 2021 foi relegado à LCR Honda, de onde saiu para a Gresini em 2023. Desde então, tem tido prestações sólidas e alguns pódios com uma moto Ducati, e em 2025 fez o seu melhor início de época de sempre na categoria rainha.

2020, Enea Bastianini

Em ano de pandemia, Enea Bastianini foi campeão do mundo de Moto2. Esperava-se uma tarefa árdua em 2021 ao subir ao MotoGP com a Avintia, mas levou a equipa a dois pódios. Foi para a Gresini em 2022, onde obteve quatro vitórias e o terceiro lugar no campeonato. A Ducati promoveu-o à equipa de fábrica para 2023 e, depois de uma lesão complicada, a confiança foi mantida para 2024. Porém, com a chegada de Marc Márquez, Bastianini teve de sair e abraçou este ano um desafio na Red Bull KTM Tech3.

2021, Remy Gardner

Apesar de subir ao MotoGP logo após ser campeão de Moto2, Remy Gardner só se manteve um ano na categoria rainha. Os desempenhos com a KTM Tech3 ficaram muito aquém das expectativas e acabou por se mudar para o Mundial de Superbike com a GYTR GRT Yamaha. Por lá se mantém, mas em 2024 teve a chance de voltar ao MotoGP como substituto e wildcard da Yamaha em três Grandes Prémios.

2022, Augusto Fernández

À semelhança de Gardner, Augusto Fernández chegou ao MotoGP no ano seguinte ao título de Moto2… mas sem sucesso. Nas duas épocas na Tech3, nunca conseguiu o desempenho e resultados esperados de forma consistente. Este ano saiu do campeonato, mas já voltou para substituir o lesionado Miguel Oliveira na Prima Pramac Yamaha. É piloto de testes do construtor de Iwata.

2023, Pedro Acosta

© Rob Gray / Polarity Photo

Pedro Acosta é um dos talentos mais promissores do MotoGP atualmente. Subiu em 2024, após ser campeão de Moto2 no ano anterior, e deu boa conta de si com pódios e um sexto lugar final no campeonato. Agora está na equipa de fábrica da KTM.

2024, Ai Ogura

O mais recente campeão de Moto2 é Ai Ogura. Foi promovido ao MotoGP pela Trackhouse e, apesar de algum ceticismo, está a mostrar-se um candidato sólido ao top dez na classe rainha somando bons resultados e boas prestações aos comandos da Aprilia.

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